segunda-feira, 17 de novembro de 2014

Favoritos no Browser

Não tem algo mais enganador no seu dia-a-dia que salvar uma informação que você encontra e acha legal na sua lista de endereços favoritos. Ok, posso estar exagerando.

Os favoritos surgiram praticamente junto com a internet e passou, para grande parte das pessoas que conheço, um museu pessoal de coisas bacanas a guardar. 
Imagine que, à época do Internet Explorer 6, você trocava de computador e perdia todos os seus favoritos antigos. Em meia hora, você criava novos favoritos (os importantes) e os outros, quem sabe um dia a gente se vê?
Mas depois de os browsers trazerem recursos de sincronismo entre diferentes locais onde você usa internet, já era! A lista só cresce. 

Minimizando o problema

Algo que ajuda e bastante a organizar os favoritos é distribuí-los em pastas. Todos os browsers suportam essa opção. Mas aí vem o problema: quando preciso acessar um endereço que tem 3 anos, será que ele ainda existe?
Aí vem o problema: além de estar fácil de achar, um favorito deve ser acessível para se justificar. 

Parte 1 da Solução

A parte 1 da solução que eu proponho é: dome seus favoritos antigos! Mas como? Se você é como a maioria da Internet pessoal dos dias de hoje, você utiliza o Google Chrome. Nele, há a extensão Bookmark Sentry (algo como "links do Favoritos", em tradução aproximativa). 
Bookmark Sentry: Bucando problemas nos seus favoritos

Com ele, que é uma extensão do browser (você sabe como instalar isso, certo?) você pode varrer todo o seu conjunto de links favoritos e verificar se os links são válidos. 
Ao mesmo tempo, aqueles que estão duplicados por algum motivo são listados e você pode apagar todos esses itens (mantendo apenas uma cópia, claro). 
Ao executar isso no meu Chrome, fiquei com 450 links quebrados a menos, 120 com erros de conexão eu mantive para analisar um a um e mais uns 700 links duplicados foram eliminados. 
Belo trabalho para uma  Parte 1 da solução. 

Resultado da Busca e Ações disponíveis: apagar, ignorar ou unificar duplicados

Parte 2 da Solução

É sério: você nunca vai mais salvar nada nos favoritos! Se você conseguir se livrar do monte de links acumulados e antes de começar a acumular novamente, saiba que existem aplicativos e softwares que te ajudam a salva tudo que for interessante, com marcadores (ou tags), categorias, pré-visualização das páginas, etc. Tudo ao alcance de um clique ou dois. Mas isso é assunto para outros posts, pois o assunto vai longe. 

Outros browsers

Uso o Chrome há uns anos e já tentei passear por outros browsers, mas sem nunca tirar o pé dele. Sendo assim, não tenho muita experiência com extensões para esses browsers. Mas com uma busca rápida no Google, dá para ter uma idéia dos melhores aplicativos para gestão de favoritos. Se vocês conhecerem outros melhores, podem me informar que eu atualizo esse post. 

IE - Linkman
Firefox - Online Bookmark Manager
Safari - Bookdog

Boa diversão!

quarta-feira, 24 de setembro de 2014

Espaço para Revistas - precisamos disso?

Informação: a cada dia temos mais, mais rápida e menos pesada.


Todas as publicações hoje estão em meio eletrônico, de jornais a revistas especializadas. Existem diversos jornais, por exemplo, que já vendem assinaturas digitais para todos os conteúdos gerados (e que até há algum tempo, apareciam apenas na mídia impressa). 

Ok! Temos uma solução para NOVAS informações que chegam a todo minuto. 

Informações antigas, estoque na prateleira

Mas para as informações passadas, artigos interessantes que foram lidos há algum tempo e que você mantem por que acha que pode precisar um dia, por que tem uma ligação emocional com aquela época, por que gosta de comparar o que poderia ter sido com o que se tornou, entre outras razões lógicas ou emocionais que só você precisa entender, o quê fazer?

Eu que sou um acumulador, gosto de ouvir discos completos (não coletâneas), gosto de guardar revistas inteiras por uma reportagem que possa valer a pena (recortar revistas já foi uma heresia no meu conceito), junto arquivos em 35 versões de projetos que fiz há 10 anos, entre outras manias. Mas, tudo tem limite! 

Hoje descobri que, nem que eu queira, consigo ler tudo o que quero, não revejo coisas com a frequência que imagino (ou imagino precisar), não farei no futuro o que esperava fazer quando guardei metade do que tenho ("people change", contrariando o Dr. House). Então, é simplesmente descartar tudo?

Descarte aleatório, NÃO! 

Descobri há uns anos uma técnica cruel (no meu conceito) de guardar coisas para ler depois: rasgar papel! Consiste em olhar uma revista por inteiro, decidir em 2 minutos o que é útil, tirar as páginas da revista (rasgando papel) e descartar o resto. Fora a resistência inicial, funcionou por um tempo. Grampeei uma série de páginas com reportagens e enviei à prateleira. Opa, salvei algum espaço para mais coisas a ler. 

Mas essa fase passou. Hoje tenho um monte de coisa difícil de acessar, com algumas páginas já perdidas e com utilidade discutível. 

Digitalizar o que vale a pena, SIM!

Com essa era de smartphones sempre à mão, a idéia de digitalizar seu conhecimento faz total sentido. Por isso, uma sequência de passos para realizar e salvar seus artigos com segurança são descritos a seguir. Aqui não vou comentar o "como fazer", mas sim o "que fazer". O "como fazer" vou deixar para artigos sobre as ferramentas que estão em outro blog (o Android No Trabalho).  

Para eliminar sua pilha de revistas antigas, siga esses passos:
- Separe as revistas por assunto; 
- Para cada revista, leia o índice e marque nele as reportagens que você pretende armazenar;
- Se não há o que guardar em uma determinada revista, envie à pilha do LIXO;
- Para as que têm o que ser salvo, envie para a pilha da digitalização; 
- Ao finalizar cada pilha de revistas (de um assunto específico), digitalize as reportagens. Para isso, utilize um scanner (de mão, de mesa, de impressora, etc) ou então utilize um aplicativo para digitalização (há ao menos um exemplo no Android No Trabalho);
- A digitalização, normalmente, pode ser salva em diversos formatos. Crie suas digitalizações em formato PDF, ao invés de imagens. Isso garante que você conseguirá ler seus arquivos em praticamente qualquer leitor (telefones, tablets, TVs inteligentes, etc);
- Arrume um local no seu HD para criar uma biblioteca digital, dividida por assuntos;
- Para ter segurança que seus dados não morrerão com seu HD, crie uma biblioteca digital usando algum tipo de armazenamento em nuvem (Google Drive, OneDrive, Mega, etc);
- Use aplicativos que acessem seus arquivos no seu armazenamento em nuvem. Assim, você poderá pegar os arquivos sempre que quiser (ou a Internet 3G funcionar, ou seu WiFi conectar no vizinho). 

O que fazer com a pilha que virou LIXO é com você. Entre o botar fogo nela durante o churrasco do vizinho só para sacanear e entregar para alguma ONG que transforma papel velho em papel reciclado para vender cartões de Natal que custam uma fortuna (e fazem um bem-estar para a alma de alguns), a escolha é sua. Mas só não vale deixar parada com um ar de "será que eu devo?". Nesse caso, a resposta é uma só: se livre dessa porcaria agora para não ter que se livrar depois. 



quarta-feira, 17 de setembro de 2014

Agenda Semanal - Onde é que está indo meu tempo?

Tempo: o único recurso realmente democrático no mundo!

Todo mundo se pergunta por quê raios o tempo nunca é suficiente para tudo que precisamos fazer. E pouca gente sabe onde gasta o tempo que tem, e querendo ou não, é igual para todo mundo. 

24 horas por dia, 7 dias por semana, todos os dias do mês, do ano e da vida. É bastante coisa para desperdiçar. 
Calendário Semanal: todo mundo precisa de rotina. Melhor conhecê-la!

Agenda semanal - Rotina?

Sim, rotina! Todos os dias é a mesma história: acordar, banho, café, crianças para aula, trânsito, trabalho, almoço, trabalho, pegar crianças na escola, casa, cachorro, papagaio, louça, jantar, deitar, roncar, despertador, acordar... E todo dia a mesma coisa. 

Quanto tempo em cada tarefa?
Quanto tempo em trânsito?
Quanto desse tempo diário daria para transformar em algo útil? Nem que útil seja ouvir música durante o trânsito.

Por isso, segue uma ferramenta que ajuda a enxergar o tamanho do problema (de tempo curto): 
- Liste todas as atividades do seu dia, do acordar ao dormir. Por enquanto, só as reais (café, banho e comprar o pão, inclusive);
- Abra um Excel novo;
- Crie colunas de dias da semana (segunda a domingo - sim, domingo!);
- Crie linhas de 15 minutos (ou 30 minutos, no máximo). Comece às 0h e termine às 23h45;
- Distribua as atividades conforme você se lembre que elas aconteçam HOJE;

Aqui um parêntese: a mulherada vai dizer que isso é impossível. Ok, mas se quiser mudar algo, começe por fazer esse exercício. 

- Agora que falta espaço na sua agenda, liste todas as atividades que você gostaria de colocar na sua rotina semanal; 
- Ajuste o comprimento das tarefas, para o mínimo que você precise (banho, por exemplo, não toma mais que 15 minutos, certo?);
- Redistribua as tarefas diárias, para encaixar as novas tarefas "dos sonhos". 

Feito o exercício no Excel, passe as tarefas para seu calendário eletrônico preferido. Eu uso o Google para tudo, então o Google Calendar me resolve. Mas todos os emails possuem uma ferramenta de calendário integrada. 

Para cada atividade, coloque um lembrete 5 minutos antes do horário e sincronize o seu smartphone (ele está sempre à mão, certo?) para que ele te atormente com a sua lista de afazeres.

Enche o saco, mas ajuda! 

A disciplina de cumprir as tarefas é com você, mas a encheção de saco de receber notificações a toda hora deve ajudar você a seguir a rotina planejada. 
Depois de uma semana, avalie suas conquistas. Ajuste a agenda e parta para a próxima semana. 

Depois de um tempo, esse loop se ajusta e sua rotina se firmará quase sem você perceber. Isso se você não explodir o telefone na parede... 

Ferramentas para auxiliar

Vou fazer um próximo post para dizer como isso tudo funciona para mim, Na verdade, ferramenta não falta: o que importa é a disciplina! E isso é com cada um de nós.


segunda-feira, 14 de julho de 2014

Do It Tomorrow

Técnica simples para controlar tarefas

A técnica foi inventada por Mark Foster em seu livro Do It Tomorrow and Other Secrets of Time Management
A técnica é bem simples e consiste em 4 etapas:
1- Agrupe todo o trabalho acumulado ou atrasado em uma lista onde o trabalho não pode ser visto;
2- Colete todo o trabalho que surgir durante o dia em uma lista para ser feita "amanhã";
3- Organize uma lista de tarefas Urgentes (que não possam ser deixadas para amanhã) e trabalhe concentrado nas tarefas dessa lista;
4- Comece cada dia coletando as tarefas impossíveis de deixar para o dia seguinte. E trabalhe na lista de urgentes.

Essa estratégia é campeã para quem tem mais tarefas que tempo. Se vai sobrar trabalho para amanhã, pelo menos que você não se preocupe durante o sono, certo. 
Como outras técnicas de gestão de tempo e tarefas, o foco é liberar a mente do trabalhador para trabalhar de maneira efetiva em apenas uma tarefa por vez. Dessa maneira, a produtividade aumenta e as tarefas saem da lista. Mas há outros sete princípios:
1- Definir uma visão clara;
2- Fazer uma tarefa por vez;
3- Realizar pequenas porções de trabalho com frequência;
4- Definir limites realistas usando...
5- "listas fechadas" que não recebem adições;
6- Redução de interrupções;
7- Clarificar sério comprometimento em oposição a interesses vagos.

Implementando a técnica

Para implementar essa técnica, há a alternativa "analógica" (que necessita de uma agenda com uma página por dia) ou a digital. A digital existe no Android, no iOS e também na Web.
O artigo Do It Tomorrow, do blog Android no Trabalho! tem uma descrição rápida do funcionamento do aplicativo no Android. Vale a pena conferir.

Faxina nas tarefas

Assim como não fazer nenhuma organização gera cada vez mais trabalho e acúmulo na sua vida digital (e irritação por causa disso), começar a se mexer para limpar e organizar tudo leva a uma explosão na sua lista de tarefas. Se você não dominar a lista, a frustação aumenta e a limpeza pode te fazer pior do que antes de começar a batalha. Por isso, ter controle de sua lista de afazeres é tão importante. A técnica aqui apresentada é simples e fácil de ser implementada, mas é preciso disciplina para manter as listas sempre enchendo e esvaziando. Boa sorte!

segunda-feira, 7 de julho de 2014

Energia: não gaste a sua por falta de bateria

Bateria fraca, a doença do século 21


Não importa o quanto seu dispositivo é avançado. Depois que esticaram as telas a perder de vista (telefones de 4" só no modelo Mini e tablets de 7" a 12.2") e a resolução passou do ponto da ignorância (Full HD em 5"?), não há bateria que aguente um período de trabalho sem pedir água. 
Mas se esse é um problema generalizado, chegando a ser crítico para os usuários de iPhone (não, a bateria do iPhone não aguenta o mesmo período de um bom Android!), só há uma solução: conviver da melhor maneira possível com o problema. 

Rotina e caldo de galinha

Para minimizar o problema, algumas dicas que aplico e costuma dar certo:
- Centralize seus carregadores de maneira a ter todos eles em um local padrão. Uma extensão elétrica, filtro de linha, régua de energia ou qualquer outro nome para a mesma coisa, resolve essa questão. E custa pouco;

Uma régua de energia resolve todos os problemas do mundo?
- Padronização de conectores: ok, a Apple exige carregadores com conectores específicos. Mas por quê não comprar gadgets com carregadores compatíveis? Se tiver isso, fica muito mais fácil ter um carregador por perto quando necessário. Para os usuários de telefones Android ou Windows Phone, o conector microUSB é padrão atualmente. E como cada um vem com um carregador, abre espaço para uma nova dica;

Cabo microUSB: Um padrão para todos! Ou quase todos.
- Leve um cabo na mala do notebook: se cada item que você compra e aposenta tem um carregador, sempre dá para levar um com você e deixar os outros no seu centro de energia;
Cabo na mala: sempre necessário
- As baterias atuais não sofrem de efeito memória (aquele antigo problema de perderem capacidade de carga se ficarem conectadas por muito tempo à tomada). Portanto, não há necessidade de descarregá-las totalmente. Sendo assim, conecte seus aparelhos à tomada TODAS AS VEZES que for possível. 
- O carregador veicular não é padrão no pacote para todos os aparelhos. Mas se você viaja com frequência, vale o investimento em um carregador veicular. Você não fica na mão durante a viagem e aproveita para carregar o seu aparelho para quando estiver fora do carro. 

Economia! A solução final

Mesmo com toda a rotina e o padrão de carregar sempre que possível, ainda há maneiras de diminuir o consumo, se necessário. Algumas idéias para isso incluem:
- Brilho da tela: ajuste para o mínimo ou habilite o modo automático para o controle de brilho;
- Desligue o WiFi se não estiver em uma área com rede disponível (ou não estiver usando a rede);
- Desligue o Bluetooth: tudo fica melhor com bluetooth, menos a duranção da bateria;
- Desligue o GPS: está usando mapas? Então bye-bye GPS;
- Plano de dados: sua rede de dados é ruim como a minha? Se você não depender daquele e-mail para ontem (e esses demoram sempre a chegar), desligue sua rede 3G no aparelho;
- Feche aplicativos: quer economizar bateria? Desligue aplicativos não usados. É fácil, rápido e efetivo;
- Não jogue! Gaste sua energia em coisa útil. Brincadeira, mas jogos são sempre vilões da bateria. 

Ajustes de Configuração: economia ao alcance da mão

E se nada dessas dicas ajudar, existem soluções para ampliar a carga de seu celular através de baterias externas. Elas custam algum dinheiro, mas há modelos que variam entre 1 e 10 cargas de bateria, são portáteis e podem salvar o seu dia. Os chineses da DX.com agradecem! 

segunda-feira, 30 de junho de 2014

PenDrives limpos!

PenDrives vazios: que continuem assim

Depois de alguns dias enrolando, os pendrives que ainda tinham alguma coisa foram esvaziados. De uns 15 GB de dados que estavam espalhados (alguns com 3 anos de idade), foram salvos uns 6 GB, enquanto os outros 9GB foram definitivamente apagados. E foi pouco! 

Arquivos antigos: segurança ou desperdício?

Shift+Del: use sem moderação

Deixar arquivos espalhados que poderão ser usados um dia é uma fonte infinita de lixo nos HDs. Não importa a profissão ou o tipo de relação do usuário com os seus dados. Em nome da segurança e da possível utilização em um dia incerto nos tornamos um exército de entulhadores digitais. Por isso, use sem medo o método de apagar sem olhar para trás. 

Algumas considerações antes:
- Ainda não falamos desse assunto, mas manter backups de seus dados pode evitar que você perca coisas sérias. Mas manter 64 versões do mesmo projeto não é backup: é entulhação;
- Se você encontra velhos amigos e sai para tomar cerveja depois de 3 anos, isso é motivo de alegria. Se você encontra arquivos de projetos que ninguém mais vai usar ou que seu cliente atualizou com outro fornecedor, isso é motivo de frustação (ou raiva, ou qualquer outro sentimento negativo). Apague-os sem dó: ninguém merece sofrer a mesma dor duas vezes;
- Se você encontra arquivos importantes ainda válidos depois de 3 anos (ou 1 mês) sem mexer com eles, é sério: você precisa organizar sua vida e evitar perdas importantes. 
- De tudo que você imagina utilizar no futuro, nem que seja para consulta ou referência, nada disso merece ficar em um pendrive solto na mochila. Arquivar esses arquivos pode ser importante, mas fazê-lo corretamente é mais importante ainda. Como fazer isso discutiremos em um próximo post. 


segunda-feira, 16 de junho de 2014

Preparação do HD - Partições

No post anterior comentei a vantagem de se utilizar mais de uma partição no HD. Se você está convencido de que é uma boa idéia, o próximo passo é ajustar o seu HD.
Para isso existem duas soluções: a segura e a gratuita.

Partição - o modo seguro

A maneira mais segura de ajustar o seu HD é fazendo você mesmo o trabalho sujo. Claro que você precisa ter uma certa experiência, tempo livre e alguma paciência. Mas o passo a passo, que eu já executei dezenas de vezes, é simples. 

Para começar, baixe e instale o software EASEUS Partition Manager. Está aqui: EASEUS. O software é free para uso não-comercial. 

Depois de instalado, você vai abrir o programa e todas as suas partições serão exibidas da seguinte forma: 

EASEUS Partition Manager 

No Windows Explorer, a aparência dessas partições do meu micro é essa:
HD antes das modificações

Para modificar a partição, clique com o botão direito sobre ela e selecione a opção desejada. Normalmente, os passos para modificar o seu HD incluem: 
- Modificar o tamanho de uma partição (se houver só uma, você precisará diminuir essa partição para sobrar espaço não-alocado no disco);
- Criar a nova partição, definindo o tamanho dessa nova partição (igual ao liberado no passo anterior, ou menor, se a idéia for criar várias partições adicionais); 
- Aplicar as modificações e aguardar o fim das operações. 

No meu caso, dividi uma partição atual em uma menor e uma nova (para facilitar a sincronização de arquivos entre dois computadores. 

O passo a passo, então é: 
- Modifique a partição inicial;
Botão direito para menu de opções de alteração da partição. Nesse caso, Resize.
Liberando espaço na partição atual

- Crie uma nova partição na área que você liberou (usando o botão direito sobre a área não-alocada). Ajuste as propriedades da partição que você acaba de criar (tamanho, posição, nome, etc);
Definindo tamanho da nova partição
- Aplique as mudanças. Para isso, pressione o botão Apply, em destaque no menu superior. Uma observação importante: se você sair do programa antes de aplicar as mudanças, nada será alterado. Tudo o que é solicitado durante o processo até aqui fica numa lista de tarefas pendentes (à esquerda da tela com as partições), à espera do comando de aplicar;

Modificações configuradas: hora de aplicar

- Acompanhe os resultados. Durante a aplicação das modificações seu micro pode ter que ser ressetado (normalmente é necessário). Durante o reinício é que as mudanças são efetivadas. A tela de acompanhamento abaixo é mostrada durante esse processo (pode levar entre alguns minutos e uma hora ou mais, dependendo das mudanças); 
Tela de acompanhamento: processo pode durar vários minutos

- Verifique o resultado final: depois de finalizado o processo, seu Windows Explorer vai te mostrar uma nova partição criada, onde você poderá colocar seus arquivos de forma organizada. Por isso, ao criar uma nova partição, já pense em usá-la de maneira organizada (seus arquivos terão de ser movidos apenas uma vez). 

Partição - a forma gratuita

Sabe aquele sobrinho que "mexe com computador"? Essa é a maneira gratuita, mas como em outros casos, o barato pode sair bem caro. E você nem vai poder xingar o cara que deu o micro para o moleque mexer. 




segunda-feira, 9 de junho de 2014

Organização do HD

Como assim? 

A melhor forma de começar uma faxina digital no seu computador antigo ou mesmo preparar o computador novo que você acabou de trazer do chinês do Stand Center (opa, essa é velha, hein?) ou das Casas Bahia é preparar a maneira como os arquivos vão ser armazenados. E aí entra um palavrão que só ouvimos quando algo não vai bem: a partição do HD.

O que é partição do HD?

Falando bem simplesmente: é a forma como o HD vai salvar os seus arquivos. O HD tem no mínimo uma partição e é assim que o computador vem à vida. Algum espertão cria seu HD usando a divisão padrão e todos os seus arquivos vão para o mesmo lugar, formando uma fila gigantesca de arquivos de instalação do Windows, dos softwares que você vai usar e mais todos os arquivos que você vai criar.

Aí você me pergunta: mas e as pastas?  Bem, as pastas são a parte mais simples da solução. Afinal, ninguém salva todos os arquivos na mesma pasta.

Porque dividir o HD em partições

Existem razões técnicas para se criar diferentes partições em HDs. E existem as razões pelas quais eu uso o HD particionado:
- Os arquivos de sistema (arquivos do Windows e softwares) estão sempre na partição C:, que é a partição padrão;
- Os meus arquivos (fotos, vídeos, arquivos de trabalho, etc) estão numa partição D:. A principal vantagem de ter essa partição é que posso formatar meu computador quando quiser que não corro o risco de perder informações;
- Meus arquivos de música vão em uma outra partição de tamanho fixo em todos os computadores que uso. Faço isso para limitar o espaço para download de mp3. 

1 HD, várias partições: começando a organizar seus dados

Mas como não formato o micro toda semana (na verdade; bem poucas vezes atualmente) e já tenho muito mp3 para ouvir, outras vantagens são: 

  1. Minha partição C é sempre menor que o total, então o micro roda menos lentamente;
  2. A partição D pode ser copiada por inteiro para um backup, que os arquivos dessa partição não vão levar arquivos desnecessários;
  3. Posso, usando um software adequado, ajustar o tamanho de cada partição conforme a necessidade.

Como fazer a partição?

Essa é uma história engraçada. Para um leigo, talvez seja arriscado mexer na partição pela primeira vez. Existem ferramentas para isso; se você quiser se atrever e mostrarei isso no próximo post.
Mas a solução padrão é a de sempre: pegue aquele sobrinho metido a Bill Gates; mostre esse artigo para ele e reze para ele fazer direito o que precisa ser feito. Brincadeira, isso eu não recomendo nem para o Felipão fazer nos micros do Palmeiras.


segunda-feira, 2 de junho de 2014

PenDrives - Solução ou Problema?

Você se lembra do seu primeiro pen-drive?

Pergunta besta, mas se você for do tipo que guarda seus pertences tecnológicos por anos a fio (como eu sou), você provavelmente ainda terá seus primeiros pen-drives. O meu primeiro é esse Kingston de 1GB branco que está na foto. Me recordo inclusive do dia, local e pessoa que pegou o driver e me devolveu sem a tampinha. Ok, o cara era cliente, o projeto estava atrasado e o foco era outro. Então já era! Bem, voltando...

Mas de quantos pen-drives você precisa?

Essa pergunta só pode ter uma resposta. Composta por quatro palavras: UM ENORME E VAZIO.
Dividindo a resposta, você precisa de: 
- Um pen-drive: que seja seu, esteja com você, seja confiável e fácil de localizar. Se for pequeno e nada chamativo, melhor! O ideal seria um que coubesse na sua carteira, junto ao RG ou à carteira de habilitação (você não esquece esses documentos; certo?);
Pen-drive tipo cartão: impossível de ser esquecido
- Um pen-drive enorme: tamanho não é documento, ok. Mas aqui tamanho é importante, sim! Se seus projetos variam entre uma planilha de Excel e alguns megabytes de texto, esqueça o tamanho do pen-drive (qualquer um vai servir). Mas se seus dados passam do gigabyte ou seus arquivos de música estão sempre trocando de lugar; pense num modelo com maior capacidade (e preço), para evitar carregar mais que um pen-drive;
- Um pen-drive enorme e vazio: um pen-drive é um meio de transportar arquivos. Sendo assim, ele deve estar cheio de espaço para transportar arquivos! Se não estiver vazio, não importa o seu tamanho (mais será sempre melhor) e não será possível usar um só: seu problema sempre será conseguir mais espaço.

Como lidar com seu Um Pen-Drive Enorme e Vazio?

1 - Um pen-drive é um meio de transportar arquivo de um lugar para outro. Ao encher com arquivos, saiba para onde eles irão.
2 - Ao encontrar o destino dos arquivos, copie-os no destino;
3 - Ao terminar a cópia dos arquivos no local definitivo, APAGUE IMEDIATAMENTE os arquivos do pen-drive;
4 - Se o passo 3 falhar (por algum mistério insolúvel), crie uma rotina de apagar o pen-drive toda semana. Isso vai evitar acúmulo e a terrível tentação de saber o quanto custa aquele modelo novo que apareceu no Mercado Livre. 

E sempre que ganhar um pen-drive novo, DOE o antigo para aquele colega mais-ou-menos. Você fará uma média e ainda vai atormentar a vida do cara sendo o legalzão com ele. 

domingo, 25 de maio de 2014

Um pouco de tudo - e ordem na bagunça!

Caos!

Dá para resumir a vida de hoje como uma corrida infinita contra uma avalanche de informações, que chegam de diferentes fontes, em diferentes formatos, a qualquer minuto ou segundo, desejadas ou não.


        A vida é dura para quem é mole, mas se organizar um pouco pode trazer alguma moleza para quem se esforça em consumir da melhor maneira seu tempo. Nem que seja para usar dormindo.

Vou colocar ordem nesse caos. Vou compartilhar o que eu for usando e praticando. Os posts vão ser marcados como:
Comportamento: coisas a fazer para agilizar a vida digital e por consequência, a vida offline;
Ferramentas: utilidades para fazer o necessário, na hora precisa, sem lenga-lenga;
Rotinas: rotina é chato, certo? Mas organizar-se permite sobra de tempo para o que interessa, que é sair da rotina com diversão;
Gadgets: eletrônicos são o máximo! Mas deixá-los tomar o controle é fácil: como domá-los é o desafio;
Métodos: todo mundo acha que ser sistemático é ruim. Mas não dá para ser genial o tempo todo;
Aplicativos: a não ser que você viva no tempo das agendas eletronicas Casio, aplicativos são o motivo de possuir todos os eletrônicos a serem domados. 

Espero conseguir sucesso suficiente para ter tempo de escrever consistentemente e com qualidade.